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Y-DNA · Paterno linaje

R1A1A1B2A2A3C

Y-DNA Haplogroup R1A1A1B2A2A3C

Um perfil de referência de um ramo de linhagem. Compartilhar haplogrupos não demonstra uma relação familiar ou uma identidade cultural.

Perfil de Referência

Contexto do ramo

Contexto histórico de la rama de linaje Y-DNA R1A1A1B2A2A3C

Origins and Evolution

Y-DNA haplogroup R1A1A1B2A2A3C is a very recent downstream branch of the R1a paternal lineage. Its phylogenetic position indicates that it descends from a broader R1a expansion ultimately linked to steppe-associated demographic processes in Eurasia, especially those that reshaped the genetic landscape of Eastern Europe, the Pontic-Caspian steppe, and later parts of Central and South Asia.

Because this is a terminal subclade under a relatively recent parent branch, its formation likely occurred within the last few thousand years, rather than during the deep origin of R1a itself. A reasonable estimate places its origin at about 2 kya, though the exact age can only be refined by fuller phylogenetic and STR/SNP-based sampling. Like many fine-scale R1a branches, its present-day distribution is probably the result of founder effects, regional drift, and localized male-line expansion rather than a single large prehistoric migration.

Subclades

As a highly derived branch, R1A1A1B2A2A3C may have one or more yet-undocumented daughter lineages in future phylogenetic updates, but it should currently be treated as a terminal or near-terminal clade unless more sequencing reveals additional branching. Its importance lies less in broad geographic origin and more in how it helps resolve fine-scale paternal relatedness within R1a-bearing populations.

Geographical Distribution

This haplogroup is expected to be found at low frequency across regions where upstream R1a is common. These include Eastern Europe, especially among Polish, Ukrainian, Belarusian, and Russian populations; the Baltic region; parts of Scandinavia; and selected populations in Central Asia, including Kazakh and Kyrgyz groups. It may also occur at low levels among Indo-Aryan-speaking populations in South Asia, Iranian-speaking populations, and some Siberian or Uralic-speaking groups due to historical gene flow and steppe-mediated paternal ancestry.

Historical and Cultural Significance

R1a lineages are widely studied because they are often associated with Bronze Age steppe expansions, later Indo-European dispersals, and subsequent regional population structure across Eurasia. While R1A1A1B2A2A3C itself is too recent to be directly tied to a single archaeological culture, its upstream ancestry is broadly compatible with horizons such as Corded Ware, Sintashta-Andronovo, and related steppe-derived complexes that contributed to the spread of R1a sublineages across Europe and Asia.

In historical populations, such fine-scale subclades are useful for reconstructing patrilineal descent, clan structure, and the legacy of male-mediated founder events. In modern genetics, they often reflect localized expansions within ethnolinguistic groups rather than ancient continental-scale events.

Conclusion

R1A1A1B2A2A3C is a young, derived R1a subclade that fits within the larger pattern of Eurasian steppe-linked paternal history. Its scientific significance lies in its utility for high-resolution genealogical and population studies, especially for tracing recent paternal ancestry in regions where R1a is common.

As additional samples are sequenced, the geographic and temporal resolution of this branch may improve, but it is currently best understood as a minor, recently formed offshoot of a major Eurasian paternal lineage.

Pontos- Chave

  • Origins and Evolution
  • Subclades
  • Geographical Distribution
  • Historical and Cultural Significance
  • Conclusion
Perfil de Referência

Árvore e relações

Contexto filogenético e subclasse

Trajectória evolutiva

Sigue las ramas superiores registradas hasta R1A1A1B2A2A3C. Las fechas son estimaciones y pueden cambiar al revisarse los datos de referencia.

Passos Haplogrupo Antiguidade estimada Época arqueológica Tempo decorrido Subclasses imediatas Portadores modernos analisados Referências antigas
1 R1A1A1B2A2A3C Actual ~2,000 years ago Roman Period 2,000 years 1 0 0
2 R1A1A1B2A2A3 ~2,000 years ago Classical Antiquity 2,500 years 3 0 0
3 R1A1A1B2A2A ~2,000 years ago Classical Antiquity 2,500 years 3 11 1
4 R1A1A1B2A2 ~2,000 years ago Classical Antiquity 2,500 years 2 75 0
5 R1A1A1B2A ~3,000 years ago Iron Age 3,000 years 2 306 0
6 R1A1A1B2 ~4,000 years ago Bronze Age 3,500 years 2 423 0
7 R1A1A1B ~4,000 years ago Bronze Age 4,000 years 2 1,567 7
8 R1A1A1 ~4,000 years ago Bronze Age 4,500 years 2 1,974 0
9 R1A1A ~5,000 years ago Bronze Age 5,000 years 1 2,016 27
10 R1A1 ~5,000 years ago Bronze Age 5,000 years 2 2,052 0
11 R1a ~22,000 years ago Mesolithic 22,000 years 2 2,176 37

Ramas hermanas (2)

Outros ramos do mesmo haplogrupo superior

Perfil de Referência

No mundo

Distribuição geográfica e presença moderna

Origem registada

Eastern Europe / Eurasian Steppe

Distribuição moderna

The populations where Y-DNA haplogroup R1A1A1B2A2A3C is found include:

  1. Poles, Ukrainians, Belarusians, and Russians
  2. Lithuanians and Latvians
  3. Swedes, Norwegians, and other Scandinavians
  4. Kazakhs, Kyrgyz, and related Central Asian populations
  5. Indo-Aryan-speaking populations in South Asia
  6. Some Iranian-speaking groups
  7. Selected Siberian and Uralic-speaking populations

Presença regional

Eastern Europe High
Central Europe Moderate
Northern Europe (Baltic & Scandinavia) Low
Western Asia / Caucasus Low
South Asia Very Low
North America (diaspora) Low
Baltic Region Moderate
Central Asia Moderate
South Asia Low
Northern Asia Low
Contexto Histórico

Uma ramificação através do tempo

Formação estimada em uma cronologia histórica ampla. Os marcadores temporais contribuem contexto e não implicam relação com culturas concretas.

  1. ~10k años de antigüedad

    Revolução neolítica

    Início da agricultura e formação de comunidades sedentárias

  2. ~5k años de antigüedad

    Idade do Bronze

    Metalurgia, escrita e primeiras civilizações

  3. ~3k años de antigüedad

    Idade do Ferro

    Ferramentas de ferro e ampliação de redes comerciais

  4. ~2.5k años de antigüedad

    Antiguidades clássicas

    Desenvolvimento das civilizações grega e romana

  5. ~2k años de antigüedad

    Haplogrupo R1A1A1B2A2A3C

    Formação estimada deste ramo Y-DNA; as datas e localizações são estimativas de referência.

    Este ramo
  6. Actualidad

    Actualidad

    Idade moderna

Perfil de Referência

Contexto arqueológico

Asociaciones arqueológicas registradas para la rama Y-DNA R1A1A1B2A2A3C

Associações registradas

Esses rótulos descrevem os contextos arqueológicos registrados para as amostras de referência vinculadas a R1A1A1B2A2A3C. Uma associação não demonstra que todos os portadores pertenceram a uma cultura ou seguiram uma rota migratória específica.

Ak-Moustafa Culture Aktogai Culture Avar Culture Hungary_AbasarBoltteto_Medieval Kazakh Mys Culture Khovd Multi-Period Krasnoyarsk Culture Maitan Alakul Culture Russia_Samara_Khazar
As atribuições culturais baseiam-se no contexto arqueológico das amostras de DNA antigo e podem representar associações regionais de períodos concretos.
PATERNAL LINHAGEM · DNA ANTIGO

Mapa de testes de linhagems antigos

Siga os clados superiores até este ramo e explora onde se encontraram portadores antigos.

A carregar as observações antigas...

Os marcadores são locais de achados arqueológicos. Uma linha de descontínua representa uma transição geográfica proposta e incerta entre ramos consecutivos, apoiada em várias observações fechadas; não é uma rota de viagem exata, um local de nascimento ou um teste de descendência direta. As amostras do clado parental podem pertencer a outros ramos descendentes. As datas das amostras são distintas das datas de formação dos haplogrupos são mantidas.

Dados

Dados e proveniência

Informações sobre fontes e qualidade dos dados

Última actualização 2026-06-17
Pontuação de confiança 50/100
Cobertura Low

Fonte de Dados

A classificação, as datas estimadas e o contexto geográfico refletem os dados de referência registrados e podem mudar ao revisar os testes. A cobertura de amostras é desigual; os locais registrados e as associações arqueológicas não estabelecem a origem pessoal nem a identidade cultural.